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A DOUTRINA DA RESSURREIÇÃO

Pois o que primeiramente lhes transmiti foi o que recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, foi sepultado e ressuscitou no terceiro dia.” (vs. 3,4 - 1 Co 15:1-4; 12-19; 32-34).

O resumo do cap Co 15 da I carta do apóstolo Paulo à igreja de Jesus na cidade de Corinto traz à memória daquela comunidade o conteúdo da mensagem que ele tinha pregado no tempo em que ele esteve na cidade de Corinto. Paulo enfatiza que a salvação é condicionada à palavra de Deus enraizada nos corações e também da conduta deles diante da mesma, ou seja, exercitada na prática.

A parte teórica da mensagem é o fundamento e a essência da fé: Crer que Cristo morreu pelos nossos pecados, foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia. O principal conteúdo deveria ficar marcado na mente e no coração: Jesus ressuscitou!

Esse era o conteúdo da mensagem dos primeiros discípulos registrado no livro de Atos dos apóstolos.

Em At 2.24, Pedro falou à multidão: “Mas Deus o ressuscitou dos mortos, rompendo os laços da morte, porque era impossível que a morte o retivesse.”. No v.32; “Deus ressuscitou esse Jesus, e todos nós somos testemunhas deste FATO.”. Em At 3.15, a pregação de Pedro no templo: “Vocês mataram o autor da vida, mas Deus o ressuscitou dos mortos.”. No v.26: “Tendo Deus ressuscitado o seu Servo, enviou-o primeiramente a vocês, para abençoa-los, convertendo cada um de vocês das suas maldades.”. Em At 4.1,2: “Enquanto Pedro e João falavam ao povo, chegaram os sacerdotes, o capitão da guarda do templo e os saduceus. Eles estavam perturbados porque os apóstolos estavam ensinando o povo e proclamando em Jesus a ressurreição dos mortos.”. No 10: “Saibam os senhores e todo o povo de Israel que por meio do nome de Jesus Cristo, o Nazareno, a quem o crucificaram, mas a quem Deus ressuscitou dos mortos, este homem está aí curado diante dos senhores.”.

Depois de sua conversão, o apóstolo Paulo deu continuidade à mensagem dos discípulos de Jesus: At 13.29 e 30: Paulo em Antioquia: “Tendo cumprido tudo o que estava escrito a respeito dele, tiraram-no do madeiro e o colocaram no sepulcro. Mas Deus o ressuscitou dos mortos.”. Vs.32 e 33: “Nós lhes anunciamos as boas novas: o que Deus prometeu a nossos antepassados ele cumpriu para nós, seus filhos, ressuscitando Jesus...”. Em At 17.31, Paulo em Atenas, no Areópago: “Pois estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça, por meio do homem quem designou. E deu provas disso a todos, ressuscitando-o dentre os mortos.”. Em At 26.22b e 23, Paulo testemunhando ao rei Agripa: “Não estou dizendo nada além do que os profetas e Moisés disseram que haveria de acontecer: que o Cristo haveria de sofrer e, sendo o primeiro a ressuscitar dentre os mortos, proclamaria luz para o seu próprio povo e para os gentios.”.

Precisamos urgentemente voltar a proclamar e testemunhar a mensagem da ressurreição de Jesus Cristo. Aqueles homens não tinham a tecnologia que nós temos, mas muitas vidas se renderam aos pés do Senhor. Não apenas pregavam mais viviam a mensagem.

O apóstolo Paulo trata neste texto com dois tipos de pessoas dentro da igreja de Corinto: Os que não creem na ressurreição e esperam a volta de Jesus de qualquer jeito; e os que creem na ressurreição e aguardam com responsabilidades e com comprometimento.

Então o apóstolo da graça comenta sobre um grupo que não crê na ressurreição e que desejam viver na prática do pecado: v.34: “como justos, recuperem o bom senso e parem de pecar; pois alguns há que não tem conhecimento de Deus; digo isso para vergonha de vocês.”.

Paulo refutou a ideia que a ressurreição de Cristo estava no centro do evangelho e a ressurreição dos corpos dos cristãos era uma consequência lógica e que tinha implicações éticas. O que o apóstolo está lembrando aquela igreja é que não dá para negar a ressurreição do corpo para justificar o pecado e que qualquer deslize de um cristão em sua conduta ética, resulta na negação da ressurreição de seu corpo.

Infelizmente, muitos crentes em nossos dias têm vivido negando a ressurreição. Negamos a ressurreição quando vivendo um cristianismo sem cruz, sem renuncia, sem santidade, sem ética, sem justiça, sem verdade.

O segundo grupo é o que crê na ressurreição e espera com responsabilidade e comprometimento.

a) São pessoas que tem consciência de que Jesus morreu pelos pecados delas, e luta diariamente contra o pecado. Dá valor ao sacrifício de Jesus no seu lugar.

b) São pessoas que tem a consciência de que a ressurreição de Jesus trouxe sua justificação - Livramento da Ira - Paz com Deus - Glorificação no futuro.

Em 2 Co, o apóstolo Paulo enfatiza que o nosso foco vai determinar a nossa forma de viver.

Em 2 Co 4.16-18, lemos: “Por isso não desanimamos. Embora exteriormente estejamos a desgastar-nos, interiormente estamos sendo renovados dia após dia, pois os nossos sofrimentos leves e momentâneos estão produzindo para nós uma glória eterna que pesa mais do que todos eles. Assim fixamos nossos olhos, não naquilo que se vê, mas no que não se vê, pois o que se vê é transitório, mas o que não se vê é eterno.”

Se olharmos para as coisas temporais, vamos esquecer-nos das coisas eternas e viver como se Deus não existisse. Mas se olharmos para as questões eternas, nosso interior se renovará cada vez mais.

Quando olhamos para o túmulo vazio, nosso foco deve voltar para as questões eternas. Somente o que fizermos com relevância para as questões eternas, vão permanecer.

Se crermos que Jesus ressuscitou, precisamos levar a sério toda a sua mensagem, e de preferência na prática. Ele voltará e quer encontrar uma noiva esperando com comprometimento e lealdade. Que o Espírito Santo nos ajude nessa tarefa de sermos fiéis ao Cordeiro de Deus que foi morto, mas que agora vive para todo e sempre. Jesus! Ao único que é digno de receber a honra, glória e louvor pelos séculos dos séculos!

Que Deus assim nos abençoe.

Pr. Hélio Veríssimo

NOTA: Mensagem pregada em 11.10.20, no culto da manhã.

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