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NA MESA COM JESUS: EU E OS PECADORES

Pb. Ton

Mensagem do dia 25/10/20

“Convidado por um dos fariseus para jantar, Jesus foi à casa dele e reclinou-se à mesa. Ao saber que Jesus estava comendo na casa do fariseu, certa mulher daquela cidade, uma ‘pecadora’, trouxe um frasco de alabastro com perfume, e se colocou atrás de Jesus, a seus pés. Chorando, começou a molhar-lhe os pés com as suas lágrimas. Depois os enxugou com seus cabelos, beijou-os e os ungiu com o perfume. Ao ver isso, o fariseu que o havia convidado disse a si mesmo: "Se este homem fosse profeta, saberia quem nele está tocando e que tipo de mulher ela é: uma ‘pecadora’". (Lucas 7.36-39).

O objetivo desta pastoral é trazer para reflexão da Igreja nossa verdadeira posição em Cristo, a de pecadores alcançados por Sua Graça e misericórdia, analisando o texto das Escrituras que narra a ocasião em que o fariseu chamado Simão convidou Jesus para um jantar em sua casa.

Naquele contexto cultural, um jantar era um evento público e formal cujas regras de etiqueta da época ditavam que, quando o convidado chegasse, a primeira coisa que se fazia era mandar um servo lavar os seus pés em sinal de hospitalidade. Em seguida, o anfitrião o recebia com beijo na testa, simbolizando boas-vindas. E, para finalizar, ungia a sua cabeça com azeite simbolizando respeito. Porém a Jesus nenhum desses cuidados foi dispensado. Afinal, Simão não chamou Jesus para um jantar com a intenção de agradá-lo. Ele queria evidenciar sua importância e testar se Jesus era realmente o Cristo de quem todos falavam. Os fariseus, em sua maioria, eram hipócritas, mais preocupados com o exterior do que com o interior.

Em dado momento, uma mulher – conhecida prostituta na cidade – entra no evento e se coloca aos pés de Jesus, lavando-os com suas lágrimas e secando com seus próprios cabelos o depois o ungindo com um perfume caro. Eis que ela passou a ser alvo da reprimenda de Simão, que também criticou Jesus por permitir que uma “pecadora” o tocasse daquela forma.

Para nós – cristãos do século 21 – Jesus muitas vezes foi criticado por se relacionar e comer à mesa com pecadores e pessoas de má-fama. Hoje em dia, parte da igreja também criticaria se, naquela época, estivesse presente.

Infelizmente, hoje o Evangelho, aos olhos de boa parte dos brasileiros, se transformou num centro de combate ao pecado dos outros. Já não vemos as pessoas como alvos potenciais do amor e da misericórdia de Jesus. O problema dos nossos dias é usarmos a bíblia para examinar os outros, mas não a nós mesmos. Como aquele fariseu que convidou Jesus, nós nos posicionamos como pessoas superiores às outras, usando as redes sociais e de relacionamentos para acusar e julgar e não para acolher, restaurar e evangelizar.

Pontos para consideração:

 

1. O PECADO DO HOMEM

O homem, seja qual for sua raça, nacionalidade ou cor, age basicamente da mesma forma: pratica sempre os mesmos pecados, tem as mesmas necessidades, sente a mesma culpa, sofre com as mesmas doenças e instintivamente busca a paz. Não podemos ignorar a inclinação pecaminosa do ser humano em geral.

O que temos a oferecer a este mundo é a mesma mensagem que nos alcançou: Jesus e as boas novas da salvação, e não a imposição dos nossos valores morais. O que transforma pessoas é a ação de Deus por meio de Jesus e não uma lista de regras morais.

 

2. SOMOS MAIS UM PECADOR À MESA COM JESUS

Por isso, quanto mais perto de Jesus andamos, mas entendemos porque a Bíblia é descrita como espada: ela é espada contra os ídolos dos nossos corações, não uma arma usada contra quem quer que seja.

Cada um de nós é alvo deste amor. Deus nos deu a possibilidade de saber como nascer de novo, não de um nascimento físico, nem fruto do esforço humano, mas sim da Sua vontade, Graça e misericórdia.

À mesa de Jesus, nós devemos ser como aquela mulher: pecadores redimidos com desejo de adorar. Com nossas falhas, caminhando rumo a uma vida de santidade, mas reconhecendo que é em Jesus que temos condições de nos libertar do pecado.

3. IMITEMOS ENTÃO A ATITUDE DAQUELA MULHER DIANTE DE JESUS

O que uma mulher, cuja vida já tinha sido remida, transformada e salva, foi fazer naquela casa? Simples, ela foi fazer aquilo que Deus procura em seus servos, ela foi adorar Aquele que a havia transformado, o Todo Poderoso: “No entanto, está chegando a hora, e de fato já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade. São estes os adoradores que o Pai procura. Deus é espírito, e é necessário que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade". (João 4.23-24). Sim, aquela mulher não se converteu naquele jantar. Ela já ouvira Jesus antes e o aceitara como o Messias e Remidor. Ela foi ali para O adorar.

Antes da fundação do mundo, Cristo já existia. Ele estava com Deus e Ele era Deus. Nele está a vida eterna, que traz luz para humanidade. Ele veio, e os seus não o receberam, Ele foi rejeitado. Mas a todos os que O receberam, Ele deu poder de serem feitos filhos de Deus. Tudo que precisavam fazer era confiar nele como Salvador.

Finalizando esta pastoral, quero dedicar a você que esteja enfrentando uma sensação de medo, condenação ou insegurança. É para você, que quer saber se pode se achegar a Deus com fé e singeleza, receber o perdão, nascer de novo, adorar e se tornar filho de Deus.

Venha como você está, pois, como a história revelada nas Escrituras nos ensina, tudo o que precisamos fazer é confiar Nele como nosso Salvador e adorá-Lo.

Que Deus assim nos abençoe!

Pb Wellington Farias (TON)

NOTA: Mensagem pregada no culto da manhã, na IEVY, do domingo, 25/10/20.

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