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COMO É A SUA OFERTA AO SENHOR?

Pr. Elbem Sardinha

Mensagem do dia 10/01/21

"Não! Faço questão de pagar o preço justo. Não darei ao Senhor aquilo que pertence a você, nem oferecerei um holocausto que não me custe nada". (1 Crônicas  21.24)


Há poucos dias comemorávamos o Natal de Jesus e a passagem de ano. Costumeiramente, há trocas de presentes. Em 24 de dezembro, eu e o meu irmão gêmeo Eldo fizemos aniversário. Eu procurei um presente que o agradasse. Eu queria um lampião a gás antigo, porque sei que ele gosta, mas não o encontrei. Por outro lado, fui abençoado por um grupo de irmãos da igreja com um presente de aniversário. Eu desejava esse presente: Um relógio! Fiquei imensamente grato. Mas dar alguma coisa a alguém muitas vezes não é uma tarefa fácil. No meu caso, minha família deu a dica do que eu queria.

No salmo 116, o salmista queria ofertar ao Senhor. O desejo de Davi em fazer isso trouxe preocupação a ele. No Sl 116.12, Davi pergunta: “Que darei eu ao Senhor por todos os benefícios que me tem feito”? Em 1 Cr 21, ao ofertar ao Senhor, Davi teve a clareza que ele não ofertaria nada que não lhe custasse algum valor, que não fosse importante para ele mesmo. No contexto, o rei Davi queria aplacar a ira de Deus contra Israel. Satanás incitou o rei Davi a fazer o censo para saber o seu poderio de guerra, sua força bélica. Ele queria saber o tamanho de seu exército. O rei Davi tinha o olhar sobre as conquistas militares. Ao focar seu poderio bélico e a força do seu exército, ele mostrou que estava com o a perspectiva totalmente errada; passou a ver através de sua autoconfiança e poderio humano, e não em Deus, que sempre lutou as lutas de Israel. O general Joab não concordou a intenção de Davi. Ele não gostou da atitude de Davi. Joab questionou o rei Davi porque tinha toda nação de Israel sob seu comando. Por isso não seria necessária a contagem. A atitude de Davi indicava falta de confiança em Deus. O general Joab tentou fazer Davi mudar de ideia, mas foi em vão. Joab disse a Davi que tudo era dele, que todo Israel lutava por ele; por isso não seria necessário saber exatamente quantos lutavam no exército. Davi não se curvou à oposição de seu general. Feito o censo de pessoas aptas e disponíveis para a guerra, Joab informou a Davi. Em 1 Cr 21.4 a 8, nos informa sobre isso: “Apesar da objeção de Joab, o rei insistiu que fizessem o censo. Então Joab saiu para contar o povo de Israel. Depois, voltou para Jerusalém e informou a Davi o número de pessoas. Havia em Israel 1.100.000 homens aptos para irem à guerra que sabiam manejar a espada; em Judá, havia 470.000. Mas Joab não incluiu no censo as tribos de Levi e Benjamim, pois achou absurda a ordem do rei. Deus desagradou muito do censo e castigou Israel por isso. Então Davi disse a Deus: “Pequei grandemente ao fazer essa contagem. Perdoe meu pecado, pois cometi uma insensatez”. E Deus perdoou o pecado de Davi, mas era tarde para Davi livrar-se da consequência do pecado. Deus através do profeta Gade mandou Davi escolher um entre três castigos.”. Em 1 Cr 21.9 a 13 lemos: “O Senhor disse a Gade, o vidente de Davi: "Vá dizer a Davi: ‘Assim diz o Senhor: Estou lhe dando três opções.

Escolha uma delas, e eu a executarei contra você”. Então Gade foi a Davi e lhe disse: "Assim diz o Senhor: ‘Escolha: a) três anos de fome, b) três meses fugindo de seus adversários, perseguido pela espada deles, c) ou três dias da espada do Senhor, isto é, três dias de praga, com o anjo do Senhor assolando todas as regiões de Israel’. Decida agora como devo responder àquele que me enviou". Davi respondeu: "É grande a minha angústia! Prefiro cair nas mãos do Senhor, pois é grande a sua misericórdia, e não nas mãos dos homens". Davi escolheu ser punido pelo Senhor. O Anjo estava em plena destruição, mas quando estava para destruir Jerusalém, Davi pediu que Deus poupasse a população da cidade e descarregasse sua ira sobre ele próprio e sua família. Deus reconsiderou e mandou o Anjo parar. Davi ordenou que se oferecesse holocausto na eira (lugar de debulhar o trigo) de um homem chamado Araúna (em outros textos, Ornã). Davi propõe comprar a eira, mas Araúna desejava doar a Davi, incluindo os bois e madeira para o holocausto. Davi encerrou o assunto com uma resposta que estabeleceu um princípio, que foi o assunto da pregação de domingo passado.

a) Não dar ao Senhor aquilo que pertence a outro;

b) Não oferecer ao Senhor o que não lhe custasse nada. Davi recusou a oferta dos bois, a terra, a madeira de graça para queimar no sacrifício. Davi entendeu quem ele era e quem era Deus! Davi sabia  que Deus era amoroso, justo e perdoador. Ao receber a orientação sobre como proceder, Davi estabeleceu um princípio para esta oferta de sacrifício, para o holocausto (oferta total). Davi quis oferecer a Deus algo que era seu e lhe custasse algum valor! Não dar ao Senhor aquilo que pertence a outro e nem oferecer ao Senhor aquilo que não custasse nada. Este principio deve ser o que norteie nossa oferta ao Senhor. Devemos oferecer ao Senhor o que tem valor a nós. Em Mt 12.41 a 44, Jesus relata sobre uma viúva pobre ao fazer a sua oferta: deu uma única moeda; era tudo que ela tinha. No Sl 116.12, há o desejo do salmista em ofertar. Ele faz a pergunta: “Que darei ao Senhor por todo benefício que me tem feito?”. E Davi mesmo responde nos v.13, 14, 17 e 18: “Erguerei o cálice da salvação e invocarei o nome do Senhor. Cumprirei para com o Senhor os meus votos, na presença de todo o seu povo. Oferecerei a ti um sacrifício de gratidão e invocarei o nome do Senhor. Cumprirei para com o Senhor os meus votos, na presença de todo o seu povo”.

Desta forma, podemos dizer que devemos ofertar ao Senhor o nosso melhor, a nossa gratidão a Ele por tudo que recebemos dEle. Nossa adoração seja de ofertar a Ele a nossa submissão com alegria, pois só Ele é digno de recebê-la. Que nossa oferta ao Senhor seja desta forma.

Que Deus nos abençoe.

 

No amor do Mestre,

 

Pr. Elbem Sardinha    

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27/02

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